Diário público em 20 minutos de escrita à mão destilados aqui com a ajuda do Claude.
Não é blog nem newsletter com dicas. É uma câmera de segurança apontada pra minha mesa: você vê o que acontece, mas eu escolho o ângulo. Nem sempre será bonito. Quem dirá útil. Mas vai ser de verdade. E vai ser diário.
Mission Log #012. Hoje a carta saiu em movimento. Mais ou menos. Foi ditada num app enquanto eu pedalava nos últimos 30 minutos livres do meu dia numa bicicleta ergométrica. Não foi no
Mission log onze. Hoje saiu de uma combinação esquisita: começou ontem à 1 da manhã com a contracapa de um livro virando caderno pra combater a insônia. Quem chegou agora, #001 é o
Mission log dez. Voltei pro caderno depois de uma semana fora — viagem, crianças em casa, ritmo quebrado. Quem chegou agora, #001 é o começo da série, escrita à mão e peneirada com o
Mission log nove. Férias de primavera. Crianças em casa, mas a minha mesa continua aqui, do lado da estante. Quarenta minutos guardados, cinco filhos dormindo com a mãe e o caderno aberto na
Mission log oito. Hoje sem ritual. Sem incenso, sem oração às Musas, sem mood board. Vinte minutos no caderno depois que a casa inteira dormiu, só pra não quebrar a corrente. O Claude